PUSSY RIOT BRASIL


O QUE ESTÁ ACONTECENDO NA RÚSSIA:

Todos devemos exercer pressão sobre Putin tanto quanto humanamente possível para garantir que ele liberte todos os presos políticos. “RAGE” faz parte da campanha pela libertação imediata de Alexey Navalny, Masha Alekhina do Pussy Riot e dezenas de outros.

Masha Alekhina, do Pussy Riot, está atualmente sob prisão domiciliar por postar nas redes sociais sobre protestos em apoio a Navalny e por participar de protestos em Moscou. Ela pode pegar 2 anos de prisão. Em 28 de janeiro, o tribunal ordenou que Masha Alekhina ficasse em prisão domiciliar até 23 de março, ao lado de outros apoiadores de Navalny que foram deixados em prisão domiciliar, o irmão de Navalny, Oleg Navalny (que já cumpria 3,5 anos de prisão para um caso de motivação política anterior), e as incríveis líderes políticas femininas Lubov Sobol e Anastasia Vasilyeva.

Imagine que Trump Bozo permaneceu no Planalto pela segunda vez e prendeu AOC e seus apoiadores. O que está acontecendo na Rússia é ultrajante e inaceitável. Putin deve ir. Ele é apenas [mais] um homem insano, triste, solitário e corrupto que é perigoso para a sociedade.

Rage - Raiva #FreeNavalny #FreePussyRiot #FreePoliticalPrisoners #БЕСИТ

Sobre o PUSSY RIOT

Pussy Riot é um grupo de punk rock feminista russo que se tornou conhecido por realizar shows e eventos de manifestação política, em prol dos direitos das mulheres e contra políticas governamentais discriminatórias na Rússia. O grupo também ficou famoso pela oposição ao presidente russo Vladimir Putin, considerado um ditador pelo grupo.

O grupo ganhou notoriedade global após um concerto, no dia 21 de fevereiro de 2012, na Catedral de Cristo Salvador de Moscovo, no qual protestavam contra o apoio do líder da Igreja Ortodoxa Russa, o Patriarca Kirill I, ao então candidato Putin, que viria no mês seguinte a sancionar uma lei discriminatória contra a "propaganda gay". Devido ao concerto na Catedral, as ações do grupo foram condenadas como sacrílegas pelo clero ortodoxo e interrompidas pelos oficiais de segurança da igreja. Três integrantes foram detidas sem direito a fiança, após o julgamento foram transferidas para prisões de massa da antiga URSS, submetidas a condições precárias, sem comunicação com os filhos e trabalho forçado.

A prisão causou uma comoção internacional, incluindo organizações como a Anistia Internacional e artistas como Madonna, Paul McCartney, U2, Adele e Yoko Ono. Inclusive o então primeiro-ministro na época Dimitri Medvedev, afirmou que considerava que elas não deveriam ter sido presas.

Após cumprir 21 dos 24 meses da pena, as integrantes da banda foram libertadas, em 23 de dezembro de 2013, depois que o Congresso Russo, a Duma, aprovou uma anistia. Ao sair da prisão, umas das integrantes Maria Alyokhina disse que isso se tratava de uma jogada de marketing do Governo e que elas continuariam lutando pela causa feminista e LGBT.



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